Um estúdio criado por quem trabalha com design e acredita que ferramenta não substitui ofício
A Oníria nasceu de uma percepção simples: há muito ruído em torno de IA e pouco apoio concreto para quem precisa usar essas ferramentas no trabalho criativo de todos os dias.
← Voltar ao inícioDe onde veio a Oníria
A Oníria foi fundada em Porto Alegre por um grupo de designers e consultores criativos que se encontravam no mesmo dilema: ferramentas de IA estavam chegando rápido e a maioria dos recursos disponíveis eram ou muito técnicos demais ou simplesmente queriam vender um atalho que reduzia o trabalho a um clique.
Decidimos criar algo diferente. Um espaço de trabalho — parte educação, parte consultoria, parte organização — focado no designer que quer entender essas ferramentas antes de usá-las, com critério sobre o que faz sentido no contexto do seu trabalho e dos seus clientes.
O nome vem de "oniria", que em grego se relaciona ao sonho e à imagem mental. É esse território — entre o que se imagina e o que se produz — onde acreditamos que as ferramentas assistivas têm papel mais honesto: ampliar, não substituir.
O que nos orienta
Autoria em primeiro lugar
O trabalho final precisa carregar a marca do designer, não da ferramenta. Isso é inegociável em qualquer serviço que oferecemos.
Transparência com clientes
Ensinamos como comunicar abertamente quando e como ferramentas assistivas foram usadas num projeto, respeitando a relação com o cliente.
Crescimento sustentável
Nossos sistemas e guias foram pensados para durar. Não entregamos nada que precise ser refeito do zero a cada ciclo de atualização das ferramentas.
Respeito às fontes
Cuidado com origem de referências, consideração por quem criou o material que alimenta essas ferramentas — isso faz parte da nossa postura profissional.
As pessoas do estúdio
Renata Luz
Fundadora e Diretora Criativa
Designer gráfica com 14 anos de experiência em identidade visual e sistemas de marca. Lidera o desenvolvimento dos programas de ferramentas criativas e a metodologia de uso ético de IA.
Felipe Motta
Consultor de Fluxo e Processos
Especialista em operações criativas e gestão de produção em estúdios. Responsável pelos mapeamentos de fluxo e pela adaptação dos planos de ferramentas à realidade de cada time.
Carla Andrade
Arquiteta de Sistemas de Ativos
Especialista em organização de informação e estrutura de bibliotecas digitais para equipes criativas. Cuida dos projetos de sistema de templates e passagem de conhecimento para clientes.
Como garantimos qualidade em cada entrega
Diagnóstico antes de proposta
Nenhum serviço começa sem entender o contexto do estúdio. Fazemos perguntas antes de recomendar qualquer abordagem.
Entregas documentadas
Todo trabalho vem acompanhado de documentação clara — para que o time use as entregas de forma independente, sem depender de nós continuamente.
Critérios éticos explícitos
Cada programa inclui orientações sobre limites de uso, cuidado com fontes e como tratar questões de autoria com transparência junto aos clientes finais.
Privacidade dos dados do cliente
Nenhum material compartilhado durante o trabalho é usado fora do escopo do projeto. Tratamos ativos e informações de marca com sigilo.
Revisão conjunta antes da entrega
Nenhum documento ou sistema é finalizado sem uma rodada de revisão com o cliente para garantir que a entrega faz sentido na prática.
Atualização contínua de metodologia
Acompanhamos o cenário de ferramentas assistivas e revisamos nossos programas regularmente para refletir o que é atual, seguro e aplicável.
Sobre ferramentas assistivas e trabalho criativo no contexto atual
O debate sobre ferramentas de inteligência artificial no design ainda carrega muito da ansiedade do primeiro contato — aquela mistura de fascinação e receio que vem junto com qualquer mudança de paradigma. Nos últimos anos, acompanhamos designers gaúchos e brasileiros navegando esse território com pouco suporte concreto: os recursos disponíveis oscilavam entre evangelismo tecnológico e alarmismo, raramente chegando ao que de fato ajuda no dia a dia de quem produz.
O que a Oníria faz é preencher esse espaço — não com soluções prontas, mas com apoio para que cada estúdio chegue às suas próprias soluções com mais clareza. Isso significa entender quais etapas do fluxo de trabalho fazem sentido receber suporte assistivo, quais decisões seguem sendo do designer e como documentar e comunicar tudo isso de forma honesta.
Nossos serviços foram construídos para pequenos times: freelancers, duplas e estúdios de até dez pessoas que têm produção real e precisam de sistemas que funcionem sem depender de uma estrutura de TI. A lógica é a mesma de qualquer bom processo criativo — começa com diagnóstico, passa pela construção junto com quem usa e termina com documentação que o time consegue manter sozinho.
Acreditamos que o uso responsável de ferramentas assistivas é uma postura profissional, não um dilema moral. E é exatamente esse entendimento prático, situado no contexto real de quem trabalha com criação no sul do Brasil, que orienta cada serviço que desenvolvemos na Oníria.
Quer conhecer mais de perto o trabalho da Oníria?
Entre em contato e conversamos sobre o seu contexto e o que pode fazer mais sentido para o seu estúdio.
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